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Comitê de Justiça Reprodutiva · Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver · 2025

Manifestopor justiçareprodutiva

Agenda política das mulheres negras por justiça reprodutiva, reparação e bem viver.

Integrantes do Comitê de Justiça Reprodutiva, várias com lenço verde, seguram a faixa Justiça reprodutiva é reparação e bem viver! Marcha das Mulheres Negras 2025.
Mãe e filha sorriem segurando o lenço verde do Comitê de Justiça Reprodutiva.
Duas mulheres negras sorriem segurando o Manifesto por Justiça Reprodutiva; uma delas usa o lenço verde.
300+

mulheres negras de todos os estados construíram este manifesto

250contribuições na consulta pública
100%dos estados brasileiros representados
7eixos de uma agenda política nacional
o que é

Justiça reprodutiva é reparação e bem viver

A Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver é uma mobilização nacional que reúne mulheres negras de todo o Brasil na luta contra o racismo, o sexismo e outras desigualdades estruturais que atravessam nossas vidas e territórios de modo interseccional. Em 2025, voltamos às ruas com mais uma pauta central e urgente: a Justiça Reprodutiva, uma expressão da autonomia, da autodeterminação e da dignidade em nossa vida sexual e reprodutiva que reivindicamos há séculos.

A Justiça Reprodutiva articula direitos sexuais, direitos reprodutivos e justiça social. Inspirada nas formulações do movimento de mulheres negras norte-americanas e asiáticas (Ross, 1994; SisterSong, 2003) e nos debates latino-americanos sobre autonomia e direitos reprodutivos (Geledés, 1994), essa perspectiva parte do reconhecimento de que a decisão sobre os corpos, sobre a vida das mulheres e pessoas que gestam e sobre constituir ou não uma família depende de condições concretas de existência: renda, moradia, alimentação, saúde, tempo e segurança.

Mais do que o direito de escolher, a liberdade reprodutiva só é possível quando há plenas condições de vida com dignidade.

Essa abordagem inclui todas as pessoas afetadas pelas desigualdades reprodutivas:

Mulheres negrasPessoas que gestamHomens transTravestisPessoas com deficiênciaPessoas vivendo com HIV/aids

Em sintonia com movimentos internacionais que defendem uma visão prazer-centrada e afirmativa da sexualidade, reafirmamos que a saúde sexual e reprodutiva deve ser vivida com prazer, cuidado e respeito, nunca sob culpa, controle ou medo.

Baianas dançam na Marcha
Duas pessoas negras na Marcha, uma delas com a bandeira trans nos ombros.
Mulher negra em cadeira de rodas, sorridente, de camiseta verde da Marcha.
da Marcha ao Comitê

Uma agenda construída com método

O Comitê Feminista e Antirracista por Justiça Reprodutiva nasceu dentro da Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver e criou um processo próprio de escuta para construir esta agenda.

A Marcha

mulheres negras nas ruas. Em 2025, foram três vezes mais.

27 estados com comitês autônomos, além de comitês internacionais, regionais e temáticos.

O Comitê

  • 225integrantes individuais
  • 2reuniões virtuais
  • 1formulário para mapear as demandas

O mapeamento

  • 250contribuições
  • 27estados, todos os do Brasil

O formulário tratou de:

  • Acesso a serviços, recursos e informação em saúde sexual e reprodutiva, nos níveis nacional e local
  • Direito ao cuidado e à maternidade com dignidade
  • Autonomia, prazer e direito ao próprio corpo
  • Reparação e responsabilidade do Estado

“Falar de Reparação e Bem Viver pressupõe um acerto de contas com o passado e uma intervenção no presente para assegurar um futuro com a garantia irrestrita da dignidade humana e de todo o ecossistema.”

O que o mapeamento revelou

“Parimos com medo de morrer.”

93,8%avaliaram o acesso e a qualidade dos serviços de saúde reprodutiva para mulheres negras como regulares, ruins ou muito ruins
85,0%avaliaram o acesso ao aborto legal como ruim ou muito ruim, o que evidencia a desinformação institucionalizada
Preocupações mais críticas
  1. Racismo institucional
  2. Saúde mental
  3. Violência obstétrica

Seis demandas centrais do manifesto

  1. Reconhecer o racismo institucional como emergência de saúde pública
  2. Criar mecanismos de reparação para vítimas de violência reprodutiva
  3. Garantir acesso universal a métodos contraceptivos e ao aborto seguro
  4. Assegurar acesso universal, gratuito e contínuo a produtos de higiene menstrual
  5. Valorizar os saberes tradicionais de parteiras, doulas e curandeiras
  6. Estabelecer protocolos nacionais de enfrentamento à violência e ao racismo obstétricos
um chamado político

O que as escutas revelaram

O manifesto nasce do encontro de mais de 300 mulheres negras de todos os estados brasileiros, em reuniões e conversas, e de 250 contribuições de uma consulta pública que reuniu experiências, denúncias e caminhos de transformação para as políticas de saúde reprodutiva no Brasil. As escutas revelaram o que há muito sabemos: a violação de direitos reprodutivos é parte da estrutura de um Estado que ainda falha em garantir cuidado e reparação.

Violência obstétrica

O enfrentamento à violência e ao racismo obstétrico, que marcam a gestação, o parto e o pós-parto de mulheres negras.

Aborto seguro

A descriminalização e o acesso seguro ao aborto, com informação e sem barreiras.

Dignidade menstrual

Insumos e infraestrutura adequados para todas as pessoas que menstruam.

Um SUS para todas

Um sistema de saúde que funcione para todas as mulheres negras, livre de racismo, transfobia, etarismo e capacitismo.

Essas demandas se cruzam com desafios estruturais: o racismo institucional, a desinformação, as barreiras econômicas e territoriais, e o desmonte dos serviços públicos de saúde. No Brasil, o acesso à saúde ainda depende da renda, da cor da pele e do território, transformando a autonomia reprodutiva em privilégio, e não em direito.

Cartaz preto: Racistocracia é a covardia da indicação de mais um ministro branco ao STF em pleno Dia da Consciência Negra.
Mulher negra emocionada segura cartaz: Saúde pública, cuidado integral com a doença falciforme.
Retrato em preto e branco de Alyne Pimentel.
Alyne Pimentel2002
Retrato em preto e branco de Paloma Alves de Moura, sorrindo.
Paloma Alves de Moura2025
memória, reparação e não repetição

Alyne e Paloma, presentes!

Casos emblemáticos de desassistência e mortes evitáveis de mulheres negras, como os de Alyne Pimentel (2002) e Paloma Alves de Moura (2025), foram lembrados como símbolos da urgência em responsabilizar o Estado brasileiro e reconstruir as diretrizes de assistência do SUS com base na equidade racial e de gênero.

Por elas e por todas as mulheres negras vítimas de injustiças reprodutivas, o manifesto exige reparação histórica pelo Estado, com medidas concretas para suas famílias.

Leia o Eixo 7: Memória, reparação e não repetição

Políticas interseccionais que garantam

  • A inclusão de todos os corpos e experiências, com acessibilidade e respeito às diferenças;
  • A reparação histórica pelo Estado brasileiro, com medidas concretas de equidade racial e de gênero para familiares de vítimas de injustiças reprodutivas;
  • O fortalecimento das redes de cuidado, com investimentos em creches, transporte, saneamento e acesso à água;
  • O enfrentamento à violência policial que vitimiza jovens negros e enluta mães de favelas;
  • A atenção integral à saúde das mulheres negras, com formação antirracista e ética do cuidado nas redes públicas.
as propostas em números

Do que falam as 47 propostas

Escolha um tema e veja quantas propostas do manifesto tratam dele.

32%

das propostas (15 de 47) enfrentam violências: obstétrica, policial, sexual, institucional

O peso de cada eixo na agenda

Eixo 115%
Eixo 221%
Eixo 313%
Eixo 413%
Eixo 513%
Eixo 613%
Eixo 713%
Mulher negra sorridente, de óculos escuros, camiseta vermelha da Marcha e lenço verde do Comitê de Justiça Reprodutiva.
Mulher negra de tranças e lenço verde do Comitê sorri diante da Catedral de Brasília.

Percentuais calculados pelo Instituto de Justiça Reprodutiva a partir do texto das 47 propostas do manifesto. Uma mesma proposta pode tratar de mais de um tema.

agenda política das mulheres negras

Os 7 eixos

Por justiça reprodutiva, reparação e bem viver. Escolha um eixo para ver as diretrizes e as propostas ao poder público.

Duas mulheres negras sorriem lado a lado na Marcha, com camisetas Mulheres Negras.
1
Eixo 1

Enfrentamento ao racismo institucional e reparação em saúde

Um SUS antirracista, laico e acolhedor pode salvar vidas.

O racismo institucional é o eixo central das desigualdades em saúde. Ele se expressa nos corpos das mulheres negras e de todas as pessoas que gestam. No acesso negado, na dor desconsiderada, na morte evitável. As falas do mapeamento apontam para uma estrutura que decide quem pode viver com dignidade e quem será deixada à própria sorte. Quando o Estado nega cuidado, ele reafirma o pacto racial que sustenta a exclusão. Enfrentar o racismo institucional é condição para o exercício pleno da justiça reprodutiva.

1.1Reconhecer o racismo institucional como emergência sanitária

O racismo institucional é uma causa direta de adoecimento, mortalidade e negação de direitos. Por isso, deve ser reconhecido e tratado como uma emergência sanitária nacional. O SUS precisa incorporar o enfrentamento do racismo em todas as suas instâncias, com metas, indicadores e orçamento definidos. Essa mudança deve estar presente nas políticas, na gestão e na cultura institucional da saúde pública.

  • 1.1.1O SUS deve assumir, em caráter imediato, o enfrentamento do racismo como questão estruturante da política de saúde, com metas e indicadores incorporados ao Plano Nacional de Saúde, às programações anuais e à pactuação tripartite.
  • 1.1.2Monitorar sistematicamente raça/cor, gênero e território; realizar auditorias clínicas de óbitos maternos com investigação e resposta rápida; instituir ouvidorias acessíveis, com prazos de retorno definidos; assegurar priorização orçamentária; e responsabilizar gestoras e gestores sempre que houver violação.
1.2Formar profissionais para um SUS livre de racismo, transfobia, etarismo e capacitismo

A formação em saúde deve ser transformada para garantir práticas de cuidado baseadas na equidade, no respeito à diversidade e na eliminação de preconceitos estruturais. Profissionais preparados para reconhecer e enfrentar o racismo, a transfobia, o etarismo e o capacitismo são essenciais para a construção de um SUS realmente universal.

  • 1.2.1Instituir educação continuada obrigatória, com abordagem interseccional, para todas as equipes e níveis de atenção, incluindo residências e contratos de gestão; instituir nesse âmbito a certificação e avaliação periódica, a fim de assegurar protocolos adequados de acolhimento a pessoas trans e travestis, com a devida responsabilização administrativa e penal em casos de discriminação, vinculando parte da avaliação de desempenho à qualidade do cuidado antirracista.
  • 1.2.2Reestruturar as diretrizes curriculares dos cursos da área da saúde para incluir conteúdos obrigatórios sobre racismo estrutural, saúde da população negra, direitos reprodutivos e atenção à diversidade corporal, religiosa, de saberes e de gênero, conforme preconizado pela Resolução 569 do Conselho Nacional de Saúde, de 2017.
1.3Criar mecanismos de reparação para vítimas de violências reprodutivas

As violências obstétricas, o racismo da equipe de saúde, inclusive da enfermagem, mas em especial dos médicos e médicas, e as negligências que atingem mulheres negras e pessoas gestantes são violações de direitos humanos e devem ter resposta imediata do Estado. A reparação precisa ser material, simbólica e política, garantindo justiça e não repetição.

  • 1.3.1No âmbito da discussão do Fundo de Reparação para População Negra, instituir fundo de reparação reprodutiva com acesso célere e desburocratizado para famílias afetadas por negligência, violência obstétrica e discriminação, articulado à Defensoria Pública e à assistência psicossocial. Implementar medidas de memória e não repetição, como centros de referência, memorial itinerante e relatórios públicos anuais.
  • 1.3.2Fortalecer redes de resposta a agravos na gestação e puerpério a partir de comitês de acompanhamento de casos de violência obstétrica que incluam mulheres negras, doulas, parteiras e lideranças comunitárias e de comunidades tradicionais, garantindo que o reconhecimento das violações resulte em reparação e mudança estrutural.
  • 1.3.3Criar um sistema nacional de registro e acompanhamento de casos de violência reprodutiva e racismo obstétrico, com transparência de dados e articulação com os sistemas de vigilância em saúde, garantindo que cada caso gere resposta pública e institucional.
vídeo

Lançamento do Comitê de Justiça Reprodutiva

Assistir no YouTube ↗

Marchar por justiça reprodutiva é afirmar que nossas vidas importam.

Que o futuro é agora e que ele será negro, coletivo e cuidado. É reivindicar um país onde viver, gestar, amar e decidir sobre seu próprio corpo e futuro não sejam privilégios, mas direitos para todas as pessoas. Onde o Estado repare, proteja e promova a vida em todas as suas formas.

A luta pela justiça reprodutiva é, ao mesmo tempo, uma luta por infraestrutura, democracia, reparação e justiça social. Marchamos por uma política de futuro e de vida, onde o bem viver das mulheres negras seja o centro de um novo projeto de Brasil.

Balão bordô: Reparação e bem viver.
agradecimentos

Quem construiu o manifesto

A construção deste manifesto é fruto do compromisso e da ação de mulheres feministas e antirracistas que lutam cotidianamente pela justiça reprodutiva das mulheres negras no Brasil. O Comitê de Justiça Reprodutiva foi impulsionado pelo Comitê Impulsor da Marcha das Mulheres Negras e coordenado pelas organizações:

  • Instituto de Justiça Reprodutiva (à época, Iniciativa Justiça Reprodutiva)
  • Criola
  • Nem Presa Nem Morta
  • CEPIA
  • Casa de Mulheres da Maré / Redes da Maré
  • Instituto Odara
  • Movimento Mulheres Negras Decidem
  • Observatório Feminista do Nordeste

Com as representantes Alane Souza, Fabiana Pinto, Juliana Santiago, Kauana Souza, Laura Molinari, Lia Manso, Luana Souza, Mariane Marçal, Mariana Barsted, Myllenne Fortunato e Naiara Leite, e as contribuições fundamentais de Emanuelle Goés, Fernanda Lopes, Lúcia Xavier e de tantas outras mulheres negras especialistas, pesquisadoras e ativistas.

Às participantes da Consulta Pública sobre Demandas em Justiça Reprodutiva de Mulheres Negras, em todos os estados do país: cada contribuição, relato e reflexão foi essencial para construir um diagnóstico vivo das urgências, desafios e potências da justiça reprodutiva nos territórios brasileiros.

Seguiremos com coragem, compromisso e cuidado, transformando as palavras de vocês em ação política.

236 participantes da consulta pública

Cada nome aqui escrito carrega uma história, um território e uma luta que se somam na construção coletiva de uma agenda nacional por justiça reprodutiva, reparação e bem viver.

Adélia Cristina dos SantosAdriana Odara MartinsAlessandra AlmeidaAlessandra Cibelle Pontes de SouzaAldenir Dida Dias dos SantosAlice Rodrigues de SouzaAmine Carvalho MastubAnadete Gonçalves ReisAna Carolina Rosa Machado da SilvaAna Caroline da SilvaAna Cleia Ferreira RosaAna José AlvesAna Maria dos SantosAna Moreira de BritoAna Valéria OliveiraÂngelaÂngela Maria Gomes PereiraAngelicaAngelita de Medeiros SouzaAndreia Deloizi de Lima ConceiçãoAndrea Oliveira CorreiaAndrea Rodrigues TrindadeAndreia de OliveiraAndressa da Silva VieiraAnne Karoline da S. AlcântaraAntônia Márcia Barbosa da ConceiçãoAntônia de Maria XimenesAntonieta Luisa CostaApoena Grijó CruzAriane Fernanda dos Reis MoreiraAriane Teixeira de SantanaArlene Cristina de SouzaBeatriz Araújo Antonio AttilioBernadete Aparecida FerreiraCamila Sousa CostaCarla de Castro GomesCarla de Fátima Borba de Sousa Chaves VigolvinoCarla Ferreira da CruzCarla MachadoCarla Vitória Costa CorrêaChrystiane Viegas RochaClaraClarice Morais AraújoCláudia Alves de AlencarClaudia PratesClaudineia Gomes de OliveiraCleonilda Góis dos SantosConceiçãoCorina SerraCristiane MotaCristiane RicardoDalvaci André da Silva NevesDaiana BandeiraDaniele Santos de SouzaDayane Duarte SilvaDeniseDenisson SalazarDrieli VenâncioDryelem AlvesEdileuza Penha de SouzaEdilene MaiaEdmila Santa RitaEdina Alves BelémEkedji AngorenseElenicy Rodrigues do NascimentoElis CarvalhoElisa CabralElizângela da Silva Mendonça FerreiraElizoneide RodriguesElizabethElizabeth Barbosa RamalhoEneida Fernandes MacielÉrika AndreassyEunice Gomes MonteiroFabiana PintoFrancisca Lúcia dos Santos Feitosa de SousaGabriele Souza VieiraGabriela ChavesGabriella SantoroGenilza Vicente Silva Abbad RodriguesGeorgia Bello CorrêaGéssica Diogo de SouzaGillianGisele MoraesGiovanna De Carli LopesGlória Rodrigues SerraGraciele Marques dos SantosGriziele Martins FeitosaHeliete Cavalcante LemosHidely do NascimentoIbrandina Cristina de MeloIngrid da Rosa SiasIngrid Nascimento EuclidesIngrid Stephanie Rocha CâmaraIngride Stefane Silva de AlmeidaÍris Braga de MacedoIvaneide Paulina do NascimentoIya Katiuscia de YemanjáIzaura FurtadoJaqueline LeiteJamile Godoy da SilvaJaddy MonalizaJessica Lorrany Ferreira BarrosJéssica FerreiraJéssica Ferreira SantosJoana Angélica de SouzaJoelma Karine da SilvaJoseane BorgesJosenilda Costa de Oliveira da ConceiçãoJosy VianaJucine Azevedo de CastroJucileideJuliana Dias do Nascimento TorresJuliana Santiago SantosJulienne Mariê Silva SantosJule Vasconcelos da SilveiraJuscilene SenaKarinaKeli de Oliveira RodriguesKelly Cristina de AssisKinderlly Railane dos Santos MartinsLaci SilvaLaila OliveiraLarissa Ferreira de Souza França (Baba Tundè)Latoya de Oliveira CostaLauryaneLayane Maria da ConceiçãoLayla FontãoLeila RochaLia Maria Manso SiqueiraLígia Maria da SilvaLívia GamaLorena Cristina Araújo da SilvaLouise A. DominguesLucianaLuciana BritoLuciana Cardoso do Nascimento SilvaLuka FrancaLuzimar Delerino de Lima SilvaMaiara Alessandra Lopes da SilvaMaíra Adell Matos PassosManoelaMarcela Luiza BarbosaMarília Freire da SilvaMariaMaria Adelaide da SilvaMaria Cecília RudnerMaria Clara Pereira FialhoMaria de Nazaré Melo SoaresMaria Eliene Gomes da Silva MonteiroMaria Hosana Brito da SilvaMaria Isabel Castro CostaMaria Joseneide Francisca de MedeirosMaria Lúcia de Jesus RochaMaria Luísa Pereira de OliveiraMaria Luiza Fernandes de JesusMaria Luiza NogueiraMaria Lourdes da SilvaMaria Madalena Fonseca CarvalhoMaria Madalena Nunes da SilvaMaria Pedrolina Ferreira MirandaMarisa Campos TomazMarjory Fabiany Sousa SilvaMarjorie Nogueira ChavesMárcia Maria de Farias AlcântaraMárcia VieiraMaría Adelaide da SilvaMayara dos Santos BatistaMaysa Pereira dos SantosMichelle ElisMichele VelascoMilca Martins EvangelistaMinéia Dias Lopes SpoltoreMiriam dos Santos Quirino de CastroMônica Xavier de BritoNadine dos Santos RochaNatália Sevilha StofelNeide Tavares da SilvaNoelza Lopes de SousaOyassePammela de Oliveira Evaristo DouradoPaula Renata Santos de PaivaPatrícia Gleici Alberto SoboyejoPriscila SantosQueila Batista dos SantosQuele CristinaRafaela RamosRafaella Pires VieiraRaquelRaquel LimaRaquel SouzasRegiane Machado dos SantosRejane Messias de Oliveira CarvalhoRenata BoteneRenildes Ramos dos SantosRithelly SoaresRose FonsecaRosemary FariasRosana Domicio dos SantosRosângela de Lima CoelhoRosângela Figueiredo SantiagoRoselene Maria de LimaRosimar Angélica da Silva RamosSandra MuñozSandra RenataSamantha Vitena BarbosaScheilla de Moura AlvesShirley ShildsSilvana Regina Anchieta LimaSilvana Regina Anchieta Lima SantosSilvânia Oliveira da SilvaSilvia Carla Bastos QueirozSimone AlvesSimony dos AnjosSolange Drumond LannaSthefani Amâncio do NascimentoTamiresTânia Gomes FaçanhaTânia Maria Nogueira SantosTania SanchesTatiane FariasThaisThamyres LopesThayonara Marina da Silva SantosThayane SouzaThereza Oliveira de SouzaUidercine Lurdes de OliveiraValéria Regina de CarvalhoVâniaVânia CarvalhoVânia SantosVerônica Carolina Mateus FragaWalmicleiaZenilda Cardoso MagalhãesZilda dos Santos RodriguesZilda Soares de Freitas da Silva
Referências bibliográficas
  1. BRASIL. Senado Federal. Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre a Esterilização de Mulheres no Brasil. Relatório Final da CPMI da Esterilização. Brasília, DF: Senado Federal, 1993.
  2. BRASIL. Conselho Nacional de Saúde. Rede Alyne: novo programa busca reduzir mortalidade materna no Brasil. Governo Federal, Brasília, DF, 2024.
  3. BRASIL. Ministério da Saúde. Rede Alyne: conheça a história da jovem negra que deu nome ao novo programa de cuidado integral à gestante e bebê. Governo Federal, Brasília, DF, 2024.
  4. CRIOLA. Alyne: símbolo de luta contra a mortalidade materna. Criola, Rio de Janeiro, 2024.
  5. GELEDÉS – Instituto da Mulher Negra. O direito ao próprio corpo: o processo Cairo+20. Geledés, São Paulo, 2014.
  6. GELEDÉS – Instituto da Mulher Negra. Programa de Saúde: memória institucional de Geledés. Geledés, São Paulo, 2018.
  7. INSTITUTO ODARA. Racismo na saúde: da esterilização às mortes maternas. Instituto Odara, Salvador, 2023.
  8. INTERNATIONAL PLANNED PARENTHOOD FEDERATION; FUNDO DE POPULAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS (UNFPA). Relatório da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento – Conferência do Cairo, 1994. Brasília, DF: UNFPA Brasil, 2019.
  9. INTERCEPT BRASIL. Esterilização forçada de mulheres: a violência invisível. The Intercept Brasil, São Paulo, 18 jul. 2018.
  10. PORTAL CATARINAS. 7 questões sobre o implante contraceptivo e sua oferta no SUS. Portal Catarinas, [s. l.], 2024.
  11. REDEH – Rede de Desenvolvimento Humano. Dossiê Nacional sobre o Movimento de Mulheres Negras no Brasil. Memória Feminista, Rio de Janeiro, 1993.

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